Consciência e participação política: Platão tinha razão? ENCERRADO!

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Porque falta a ética na política?

Mensagem  Alessa Ronconi em Ter Ago 31, 2010 9:53 pm

Porque apesar da sociedade escolher quem vai ficar no poder, ou nem sempre é a pessoa certa ou é algo que está enraizado lá dentro. Não só nós mas como as pessoas que estão lá se fazem de "cegas, surdas e mudas", e assim o tempo passa e as coisas só pioram. A maioria dos candidatos estão lá literalmente pelo poder e o salário "gordinho", por isso que nada vai pra frente, porque ninguém se candidata com a mentalidade de fazer a diferença e se há alguém assim logo se corrompe porque é a minoria. A realidade é que todos só defendem o que convém.

Bom essa é a minha opnião, espero não ter fugido muito do assunto ^^

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Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Ariela Canazza em Qua Set 01, 2010 10:19 pm

Realmente o que tem acontecido, na política é um processo muito antigo, do qual, no meu ponto de vista não tem solução: corrupção. Por mais bem intencionada, as pessoas que se candidatam não vão resolver todos os problemas
que as populações tem sofrido ao longo dos anos. E nenhuma atitude - escolher novos candidatos, afiliar-se a partidos - por parte dos bons possa realmente trazer alívio. Realmente esses são chamados de "bons", por que não se metem na sujeira que existe nesses grupos, por mais que seja uma luta para que estes participem nela. Porque se as pessoas tivessem consciência, agiriam dessa forma: fazer aos outros o que, nós mesmos desejamos que fizessem conosco. Aí seria o primeiro passo para que os "bons tomassem uma ação".

Espero ter colaborado!!!
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Espaço público

Mensagem  Cynthia em Qui Set 02, 2010 8:33 pm

Oi, Francisco,

Pode usar os endereços do blog, considero uma ótima dica.

Irei aproveitar esse espaço para atribuir nota aos alunos dos terceiros anos.

Um dos posts trata da divisão de classes, segundo a visão de Platão, percebemos nitidamente que o espaço da discussão política não é para todos.
Hoje temos livre acesso as informações e múltiplos espaços para discussão.
O homem é um ser social e político, vive em comunidade e tem necessidade de conviver.
Então como podemos explicar o total descasso da população nas ações políticas?

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realidade da política

Mensagem  Isadora Fraga em Qui Set 02, 2010 11:08 pm

É da natureza do homem querer se preocupar primeiramente consigo mesmo, depois com outros. Mais ainda, atualmente, onde tempo é dinheiro ! As pessoas que não pensam no que fazem, quais consequências podem provocar, tornaram até mesmo o ato de matar (para elas mesmas), algo comum. Fazem o que elas querem, achando que estam certas, mas não é assim, vivemos em sociedade e precisamos de alguém que tenha capacidade de organizar uma população tão grande. Quando chegam no poder...acha que tem o direito de mandar nas pessoas erroneamente, quando na verdade ele está la para ajudar, para administrar. E não é bem isso que acontece, elegemos de forma correta ou não, damos oportunidade do individuo cumprir o que propôs. Qual o papel que ele usa? de alguém sem caráter, participam de corrupções, nos usam, fazem tudo ao contrário do que deveriam fazer.
Isso aconteceu tantas vezes que as pessoas já não se importam mais, cada vez que aparece alguém diferente, com propostas inovadoras...não queremos mais saber, jogamos tudo pro alto, e qualquer combinação de número que digitarmos na urna eletrônica, não fará diferença.
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Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Aline Oliveira em Qua Set 08, 2010 1:06 am

Hoje cedo em uma conversa com algumas pessoas sobre politica ouvi cada comentario que não dá pra entender em que mundo vivem.. os comentarios foram: "votarei nele pq ele é bonito"; "votarei nele pq ele fez muitas coisas" mas quando perguntaram quais coisas a pessoa não soube enumerar nenhum feito do candidato; "ai só vou votar pq sou obrigado senao nem iria". Segunda vendo CQC me aparece um doido que só pq havia ganhado um lanche disse que iria votar em um cara falso que nem se candidatou!
Agora eu só ouço que o país não vai pra frente, que só tem corrupção.. tudo bem que hoje em dia cada 10 candidatos 9 são corruptos mas quem coloca eles lá em cima somos nós mesmos que votamos em branco, nulo, em qlqr numero que ve pela frente.. aposto que ninguem para e vai no site de cada candidato buscar todo o historico dele e ver tudo o que ele já fez ou deixou de fazer.. as pessoas praticamente pegam um dia antes de votar assistem o horario eleitoral e vota no que achar mais simpatico ou que oferecer mais melhorias.. como se fossem ser realmente cumpridas. Já não bastasse tudo isso ainda aparecem mil loucos se elegendo tirando a maior onda do brasileiro.. mas isso é pra mostrar a baderna que é a politica no Brasil.. e tenho certeza que todas essas piadas que se elegeram vão levar vários votos... e se vc ainda tenta entrar pra mudar algo ainda corre risco de vida.. ou você entra e se une a eles, ou eles se unem e tiram você... é triste!
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Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  jessica Gonçalves em Qui Set 09, 2010 9:24 pm

Platão diz que a atividade de governar é a atividade de cuidar bem das coisas, e na que filosofia política de Platão diz que ela é indispensável para a sobrevivência humana.
E na política atual. A política para os governantes de hoje é a arte de roubar bem, de aproveitar das pessoas e mostrar que não estão nem ai para elas, mesmo que de uma forma "disfarçada", mais não estão nem ai para elas.

Ano da eleição chegou a hora dos políticos mostrarem o que fazem de melhor engabelar o povo,"sou político sou bom eu sei disfarça, sou bom pras essas coisas sou bom em enganar".
Mais o povo é tão cego para se deixarem enganar, por isso que é fácil um dinheiro desviar para minha conta, sem os lesado notar.
Não tem importância no que vai acontecer, a lei a clara mais o povo ta ficando tão desinteressado que acabam nos que mais se familiarizam mais com elas como : Comediantes mulheres frutas e pastores etc ...
"Agora eu vou dizer que sozinho eu não to, to com policia presidente político e governador. Nós tamo tudo junto só na corrupção, aqui o meu trabalho mano pode crê que é bom. Minhas casas no exterior nem da pra conta, comprei com o dinheiro que dava pra alimentar um monte de gente, mais ai deixa pra lá, não sou eu quem vou morrer haha..."

Se as pessoas se interessassem um pouco na constituição brasileira, não digo para ler toda mas ler e entender alguns trechos teriamos muitos questionadores que iriam se perguntar se o Brasil em qual vivemos esta realmente bom mesmo. E como a aline disse e muito triste isso porque a nossa sociedade esta tão cega a ponto de votar em qualquer pessoa para governar o Nosso Brasil .
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CONSCIÊNCIA E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA: PLATÃO TINHA RAZÃO?

Mensagem  Thainara Martins Macedo em Ter Set 14, 2010 9:24 pm

Como os eleitores, os políticos também podem ser divididos entre bons e ruins. Você abriria a porta de sua casa para uma pessoa sem conhece-la? O mesmo é para com os políticos! Muitas pessoas votam em qualquer um, sem procurar saber das suas propostas ou até mesmo do seu trabalho nas outras eleições. Não é correto dizer que todos os políticos que estiveram no poder até hoje, não fizeram nada, sim eles fizeram, pois se não tivessem feito, estaríamos vivendo como no século passado. Mas de quem é culpa dos problemas sociais que rodeiam nossa sociedade? Parte da culpa é dos eleitores que muita vezes acabam não votando consciente, elegendo políticos corruptos; Dos políticos que não mudam seu sistema de governo e que estão no poder para enrolar o povo, e a outra parte da culpa fica com a população que ao invés de se unir para melhorar o mundo, respeitar os diretos do próximo e cumprir com os seus deveres, ficam colocando a culpa no governo a todo momento e não cumprem com suas obrigações: São médicos atendendo mal os pacientes, professores que entram na sala para passar o tempo e não aplicam o conteúdo exigido, alunos que não respeitam o professor e infligem sua moral, desrespeitos na fila dos mercados, dos bancos... enfim, a culpa pode ser repartida por todos. É triste pensar que hoje em dia os políticos não fazem nada, e só querem lucrar... é claro que eles não subirão no poder para mudar o mundo, pois a ambição fala mais alto! Ruim com eles, pior sem eles.

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Platão estava certo?

Mensagem  Talita em Qua Set 15, 2010 6:37 pm

Nós temos um governo ruim, pois o Brasil está corrompido de pessoas ruins, ninguém se importa mais com o que acontece ao seu vizinho, desde que não seja com ele tudo bem, as pessoas perderam a capacidade de raciocinar e decidir o que é bom ou ruim, o ruim já está tão impregnado nas suas mentes que nem mais conseguem ver o mundo e um dia elas simplemente se abistem de tudo. Os bons lutam, lutam e lutam, mas a maioria perde a esperança, pq acreditam q esse luta não é só por eles mas por todos, e de repente olham pro lado e percebem q ninguém se importa, que as pessoas simplesmente se acomodaram nos seus modos de vidas e perderam e a vontade de lutar, gerações após gerações se cansaram ,e um dia essas boas pessoas olham pra dentro delas mesmas e descobrem que não restou mais nada, que aquela garra, aquela vontade de melhorar o ambiente em que vivem, já não existe mais. Isso é um ciclo que se repete e vai continuar se repetindo, o Brasil na minha opinião só tem 2 opições:
1- continuar do mesmo jeito que está;
2- a situação piorar, mas piorar mesmo e as pessoas começarem a não ter nem o minimo de necessidades atendidas, como por sinal já vem acontecendo,e termos enfim a nossa revolução, e assim depois de tanto sofrimento aprendermos que as coisas só vão melhorar se nós lutarmos pra que elas melhorem, pois a vida não é um conto de fada e nenhum Salvador vai vim resolver nossos problemas.
Eu espero siceramente que eu esteja errada.

"Prefiro morrer de pé que viver sempre ajoelhado."
Che Guevara

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CONSCIÊNCIA E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA: PLATÃO TINHA RAZÃO?

Mensagem  Anis em Qui Set 16, 2010 10:25 pm

No meu ponto de vista, a maioria da população brasileira quer votar na pessoa que tiver mais influência sobre elas.
Tem várias pessoas que saem da TV pra se candidatar para algum tipo de cargo político, e o pior é que geralmente ganham.
Pessoas como o Tiririca, Marcelinho Carioca (olha que sou Corinthiano), Ronaldo Ésper, Kiko e Leandro do KLB, Mulher Pêra, etc.São exemplos de pessoas que podem ganhar cargos políticos, e são pessoas que não tem o mínimo de conhecimento na área da política, mas como o Futebol é uma caixinha de surpresa porque com a política seria diferente?!?!.Tem pessoas que poderão dar certo, mas as chances são mínimas.
Gostaria de saber das pessoas do Blog, Qual desses candidatos tem conhecimento ou coragem de representar o povo , elaborar leis , fiscalizar o dinheiro público , fazer com que pelo menos uma parcela da população brasileira melhore sua situação social e econômica ?
Só peço ao povo brasileiro para que comece o estudo dos seus representantes políticos, se els não fizerem nada , afinal quem irá faze-los?
Detalhes podem destruir grandes coisas.
Sem mais abraço a todos

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Re: Consciência e participação política: Platão tinha razão? ENCERRADO!

Mensagem  Mariana de Carvalho em Dom Set 19, 2010 5:16 pm

Falta sim ética na política. Primeiramente, porque perdeu-se o valor do que é o governo, quer dizer que agora qualquer pessoa, sem o mínimo de estudo, pode conseguir um lugar no "trono". Pessoas que nunca poderão te representar como trabalhador porque nao sabem o que é isso. Pessoas que não podem melhorar a educação pública, já que essas também ñão sabem como é dificil participar do ensino público e a entrada pra uma boa universidade. Além disso, o povo brasileiro desde sempre viveu a custas de trocas e nunca lutou por nada. Por isso qualquer coisa está bom para todos, votar só porque receberão a bolsa miséria ou porque o candidato é amigo do filho do sobrinho do seu tio avô. As pessoas não lêem, só focam no que a Globo diz, pois é ela que anda fazendo a mente das pessoas, e assim os pólíticos vão se aproveitando. Nós somos os principais culpados. Deveríamos exigir no mínimo os nossos direitos, mas estamos confortaveis demais. Pra que lutar, se estamos bem assim? Deixemos que eles roubem, deixemos que os impostos comprem um avião particular para cada um deles, continuemos ignorantes... e depois quando tudo estiver no pior a gente começa a reclamar. Simples não? E assim vamos caminhando em direção ao 90º lugar na educação mundial, atrás de países como Chile e Bolívia, deixemos as crianças morrendo já que nós temos tanto dinheiro que não precisamos de ajuda estrangeira nas ONG's , e continuemos ouvindo de crianças com 7,8 anos que elas não precisam estudar já que podem se tornar políticos e receber milhões facilmente. =]

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Beatriz Cota>>> R: Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Thainara Martins Macedo em Seg Set 20, 2010 9:45 pm

Concordo plenamente com o que Platão diz. Infelizmente a maioria dos que entram nesse ramo acabam se desvirtuando e se tornando corruptos e simplesmente interessados no dinheiro, pois esse é o “deus” desse mundo, quem não o possui acaba sendo humilhado e maltratado pela sociedade e aqueles que o tem se tornam escravos dele. A política vem de se administrar um país/Estado para que ele se torne melhor, com condições melhores para a sociedade seja em questão de saúde, transporte ou educação, mas a partir do momento que o político se encontra em uma posição de poder tudo o que ele havia planejado e estruturado, acaba se perdendo dentro de sua ganância, pois ele pensa que a partir do momento que ele sair de lá ele irá perder a facilidade de se receber esse dinheiro, então a sua busca não será para melhorar a situação da sociedade e sim arrecadar fundos....

Bom é isso o que eu penso...

>>>DE: Beatriz Cota 3°A n° 3
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Beatriz Cota 3°A >>> Re: Prof°Cynthia

Mensagem  Thainara Martins Macedo em Seg Set 20, 2010 9:55 pm

Profª Cynthia “Política é a arte de governar, é o uso do poder para defender seus direitos de cidadania.” A política ela é fundamental para a sociedade, ela precisa ser praticada o problema é cada um achar a forma correta de defender o seu ponto de vista, sem violar a liberdade do próximo, eis aí que entra o senso comum.....
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RE: Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Mauricio Souza em Ter Set 21, 2010 10:49 pm

No meu ponto de vista a política aqui no Brasil só serve para deixar nossas ruas imundas, os politicos só lembram das pessoas na hora de pedirem os votos(nesse momento é a maior falcidade cheio de abraços e beijinhos) depois nem se quer lembram de você e muito menos das PROMESSAS de melhoras que eles falaram que iriam fazer!!!! É Infelizmente as coisas funcionam assim, pode ser qualquer pessoa, a mais bem intencionada que exista no mundo, um padre, pastor, monge etc. a partir do momento que ele tem o poder em suas mãos ele vai deixar de beneficiar a todos e vai beneficiar apenas ao pequeno grupo ao qual ele pertence, deixando todos os seus principios de lado e fazendo a vontade da menoria, o ser humano não é capaz de governar de uma maneira justa ele sempre vai apoiar aos seus e favorecer o seu lado e o resto que se exploda!!!!!!! O que nós apenas podemos fazer para tentar mudar essa situação a prestar atenção nos candidatos e PRINCIPALMENTE nas suas propostas e assim conseguir destinguir entre eles qual e o menos pior para governar e botar fé neles e torcer para que eles façam as coisas certas. Quando deixamos de votar ou apenas anulamos nossos votos estamos deixando de lado a oportunidade de tentar melhorar a BAGUNÇA onde vivemos e damos a oportunidade para que os maus políticos permaneçam legislando e acabando cada vez mais com nossa esperança, devemos abrir mais nossos olhos e votar sim, para tentar fazer do MUNDO um lugar melhor, pessoas que serão perfeitas governando não existirão(apenas um mas Ele ainda está por voltar) elas sempre beneficiarão os seus mas os menos piores existem e neles é que devemos apostar para virar esse jogo que no momento a Corrupção é a grande vencedora!!!!! Surprised

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Respondendo sua pergunta...

Mensagem  Admin em Qua Set 22, 2010 9:20 pm

Oi Cynthia!

Excelente sua questão! Respondê-la não é tão fácil assim, mas tentarei ser objetivo. Creio que o descaso da população deve-se ao fato de não haver, efetivamente, uma educação para cidadania, onde é possível aprender direitos e deveres políticos, independentemente de vinculação partidária. Existe uma deturpação popular no sentido da palavra "política". Para a grande maioria, ela serve apenas como forma de favorecimento e enriquecimento pessoal... Triste pensar e agir assim...

Abraço.
Prof. Francisco

Cynthia escreveu:Oi, Francisco,

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Um texto para refletirmos melhor sobre a atual realidade política no Brasil

Mensagem  Admin em Qua Set 22, 2010 9:26 pm

Olá pessoal!

Disponibilizado a todos um texto que li. Apesar de longo, creio que pode nos auxiliar nas dicussões. Ele apresenta questionamentos que podem ser respondidos. Quem se habilita?

Abraço a todos.

Prof. Francisco


PARA QUE O POVO BRASILEIRO SE PONHA DE PÉ
Fábio Konder Comparato (*)

Dentro de poucos dias realizaremos, mais uma vez, eleições em todo o país. Elas coincidirão com o 22º aniversário da promulgação da atual Constituição. Quer isto dizer que já vivemos em plena democracia?

Nada mais ilusório. Se o regime democrático implica necessariamente a atribuição de poder soberano ao povo, é forçoso reconhecer que este continua, como sempre esteve, em estado de menoridade absoluta.

Povo, o grande ausente
Quando Tomé de Souza desembarcou na Bahia, em 1549, munido do seu famoso Regimento do Governo, e flanqueado de um ouvidor-mor, um provedor-mor, clero e soldados, a organização político-administrativa do Brasil, como país unitário, principiou a existir. Tudo fora minuciosamente preparado e assentado, em oposição ao descentralismo feudal das capitanias hereditárias. Notava-se apenas uma lacuna: não havia povo. A população indígena, estimada na época em um milhão e meio de almas, não constituía, obviamente, o povo do novel Estado; tampouco o formavam os 1.200 funcionários – civis, religiosos e militares – que acompanharam o Governador Geral.

Iniciamos, portanto, nossa vida política de modo original: tivemos Estado, antes de ter povo. Quando este enfim principiou a existir, verificou-se desde logo que havia nascido privado de palavra.

Foi assim que o Padre Antonio Vieira o caracterizou, no Sermão da Visitação de Nossa Senhora, pregado em Salvador em junho de 1640. Tomando por mote a palavra latina infans, assim discorreu o grande pregador:

“Bem sabem os que sabem a língua latina, que esta palavra, infans, infante, quer dizer o que não fala. Neste estado estava o menino Batista, quando a Senhora o visitou, e neste permaneceu o Brasil muitos anos, que foi, a meu ver, a maior ocasião de seus males. Como o doente não pode falar, toda a outra conjectura dificulta muito a medicina. (…) O pior acidente que teve o Brasil em sua enfermidade foi o tolher-se-lhe a fala: muitas vezes se quis queixar justamente, muitas vezes quis pedir o remédio de seus males, mas sempre lhe afogou as palavras na garganta, ou o respeito, ou a violência; e se alguma vez chegou algum gemido aos ouvidos de quem o devera remediar, chegaram também as vozes do poder, e venceram os clamores da razão”.

Quase às vésperas de nossa Independência, esse estado de incapacidade absoluta do povo afigurava-se, paradoxalmente, não como um defeito político, mas como uma exigência de ordem pública. Em maio de 1811, o nosso primeiro grande jornalista, Hipólito José da Costa, fez questão de lançar nas páginas do Correio Braziliense, editado em Londres, uma severa advertência contra a eventual adoção no Brasil do regime de soberania popular:

“Ninguém deseja mais do que nós as reformas úteis; mas ninguém aborrece mais do que nós, que essas reformas sejam feitas pelo povo; pois conhecemos as más conseqüências desse modo de reformar; desejamos as reformas, mas feitas pelo governo; e urgimos que o governo as deve fazer enquanto é tempo, para que se evite serem feitas pelo povo.”

A nossa independência, que paradoxalmente não foi o resultado de uma revolta do povo brasileiro contra o rei de Portugal, mas, ao contrário, do povo português contra o rei no Brasil, não suscitou o menor entusiasmo popular. O naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire pôde testemunhar: “A massa do povo ficou indiferente a tudo, parecendo perguntar como o burro da fábula: – Não terei a vida toda de carregar a albarda ? ”

A mesma cena, com personagens diferentes, é repetida 67 anos depois, na proclamação da república. “O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava“, lê-se na carta, tantas vezes citada, de Aristides Lobo a um amigo. “Muitos acreditavam sinceramente estar vendo uma parada.”

O disfarce partidário-eleitoral

Mas afinal, era preciso pelo menos fazer de conta que o povo existia politicamente. Para tanto, os grupos dominantes criaram partidos e realizaram eleições. Mas tudo sob forma puramente teatral. O povo tem o direito de escolher alguns atores, mas nunca as peças a serem exibidas. Os atores não representam o povo, como proclamam as nossas Constituições. Eles tampouco representam seu papel perante o povo (sempre colocado na platéia), mas atuam de ouvidos atentos aos bastidores, onde se alojam os “donos do poder”.

No Império, Joaquim Nabuco qualificava a audácia com que os partidos assumiam suas pomposas denominações como estelionato político. Analogamente no início da República, o fato de a lei denominar oficialmente eleições as “mazorcas periódicas”, como disse Euclides da Cunha, constituia “um eufemismo, que é entre nós o mais vivo traço das ousadias de linguagem”.

A Revolução de 1930 foi feita justamente para pôr cobro às fraudes eleitorais. Mas desembocou, alguns anos depois, na ditadura do “Estado Novo”, que suprimiu as eleições, sem no entanto dispensar a clássica formalidade da outorga à nação (já não se falava em povo) de uma nova “Constituição”.

Após o término da Segunda Guerra Mundial, em que muitos dos nossos pracinhas tiveram suas vidas ceifadas na luta contra o nazifascismo, fomos moralmente constrangidos a iniciar uma nova vida política, sob o signo da democracia representativa. Mas a legitimidade desta durou pouco tempo. Já em 7 de março de 1947, ou seja, menos de cinco meses depois de promulgada a nova Constituição, o Partido Comunista foi extinto por decisão judicial ( nesta terra, a balança da Justiça sempre cedeu aos golpes da espada). Em fevereiro de 1954, com o “manifesto dos coronéis”, teve início a preparação do golpe militar de 1964. O estopim para deflagrá-lo foi a iminência de que as forças de esquerda chegassem eleitoralmente ao poder e executassem o programa das “reformas de base”, com o desmantelamento econômico da oligarquia.

Obviamente, para os nossos grupos dominantes, os cidadãos podem votar como quiserem nas eleições, mas desde que se lembrem de que “nasceram para mandados e não para mandar”, segundo a saborosa expressão camoniana.

O regime autoritário, instaurado em 1964 pela caserna, com o apoio do empresariado, dos latifundiários e da Igreja Católica, sob a proteção preventiva do governo norte-americano, reconheceu que a assim chamada “Revolução Democrática” não poderia suprimir as eleições e os partidos. Manteve-os, portanto, mas reduzidos à condição de simples fantoches. Era a “democracia à brasileira”, como a qualificou o General que prendeu o grande Advogado Sobral Pinto. Ao que este retrucou simplesmente: “General, eu prefiro o peru à brasileira”.

O regime de terrorismo de Estado foi devidamente lavado pelo Poder Judiciário, que decidiu anistiar, com as lamentações protocolares, os agentes públicos que mataram, torturaram e estupraram milhares de oponentes políticos.

Chegamos à fase atual, em que as eleições já não incomodam os oligarcas, porque mantém tudo exatamente como dantes no velho quartel de Abrantes. O povo pode até assistir, indiferente ou risonho, uma campanha presidencial, em que os principais candidatos dão-se ao luxo de não discutir um só projeto ou programa de governo, preferindo ocupar todos os espaços da propaganda oficial com chalaças ou sigilos.

Tudo parece, assim, ter entrado definitivamente nos eixos. Um olhar atento para a realidade política, porém, não deixará de notar que a nossa tão louvada democracia carece exatamente do essencial: a existência de um povo soberano.

Iniciamos nossa vida política, sem povo. Alcançamos agora a maturidade, como se o povo continuasse politicamente a não existir.

Sem dúvida, a Constituição oficial declara, solenemente, que “todo poder emana do povo”, acrescentando que ele o exerce “por meio de representantes eleitos ou diretamente” (art. 1º, parágrafo único). Mas toda a classe política sabe – e o Poder Judiciário finge ignorar – que na realidade “todo poder emana dos grupos oligárquicos, que o exercem em nome do povo, por meio dos representantes por este eleitos”.

Daí a questão inevitável: o que fazer para mudar esse triste estado de coisas?

A emancipação política do povo brasileiro

É preciso atacar desde logo o ponto principal.

A soberania, na Idade Moderna, consiste, antes de tudo, em aprovar a Lei das Leis, isto é, a Constituição. Trata-se de uma prerrogativa que só pode ser exercida diretamente. Quem delega o seu exercício a outrem está, na realidade, procedendo à sua alienação. O chamado “poder constituinte derivado” é, portanto, um claro embuste.

Ora, neste país, Constituição alguma, em tempo algum, jamais foi aprovada pelo povo. Todas elas foram votadas e promulgadas por aqueles que se diziam, abusivamente, representantes do povo; quando não foram simplesmente decretadas pelos ocupantes do governo.

O mesmo ocorre com as emendas constitucionais. A Constituição Federal em vigor, por exemplo, já foi emendada (ou remendada) 70 (setenta) vezes em 22 anos; o que perfaz a apreciável média de mais de 3 emendas por ano. Em nenhuma dessas ocasiões, o povo foi convocado para dizer se aceitava ou não tais emendas.

Isto, sem falar no fato absurdo de que a Constituição Federal, ao contrário de várias Constituições Estaduais, não admite a iniciativa popular de emendas ao seu texto.

É preciso, pois, começar a reforma política (alguns preferem dizer a “Revolução”), reservando ao povo o poder nuclear de toda soberania. No nosso caso, ele consiste em aprovar, diretamente, não só a Constituição Federal, como também as Constituições Estaduais e as Leis Orgânicas Municipais, bem como suas subsequentes alterações respectivas.

Em segundo lugar, é indispensável reconhecer ao povo o direito de decidir, por si mesmo, mediante plebiscitos e referendos, as grandes questões que dizem respeito ao bem comum de todos. A Constituição Federal declara, em seu art. 14, que o plebiscito e o referendo, tal como o sufrágio eleitoral, são formas de exercício da soberania popular. Mas determina, no art. 49, inciso XV, que “é da competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar plebiscitos e convocar referendos”. Ou seja, o mandante somente pode manifestar validamente a sua vontade, se houver concordância dos mandatários. Singular originalidade do direito brasileiro!

Para corrigir esse despautério, a Ordem dos Advogados do Brasil, por proposta do autor destas linhas, apresentou anteprojetos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal (transformados no projeto de lei nº 4.718/2004 na Câmara dos Deputados e projeto de lei nº 001/2006 no Senado), pelos quais o plebiscito e o referendo podem ser realizados mediante iniciativa do próprio povo, ou por requerimento de um terço dos membros da Câmara ou do Senado.

A proposta da OAB procurou harmonizar os dispositivos antagônicos da Constituição Federal, interpretando a autorização e a convocação de plebiscitos e referendos, pelo Congresso Nacional, como atribuições meramente formais e não de mérito.

Previram ainda os anteprojetos da OAB novos casos de obrigatoriedade na realização de plebiscitos e referendos.

Assim é que, para impedir a repetição da “privataria” do governo FHC, passaria a ser obrigatório o plebiscito para “a concessão, pela União Federal, a empresas sob controle direto ou indireto de estrangeiros, da pesquisa e da lavra de recursos minerais e do aproveitamento de potenciais de energia hidráulica”; bem como para a concessão administrativa, pela União, de todas as atividades ligadas à exploração do petróleo.

Quanto aos referendos, a fim de evitar o absurdo da legislação eleitoral em causa própria, determinam os projetos de lei citados a obrigatoriedade de serem referendadas pelo povo todas as leis sobre matéria eleitoral, cujo projeto não tenha sido de iniciativa popular.

Inútil dizer que tais projetos de lei acham-se devidamente paralisados e esquecidos em ambas as Casas do Congresso.

Para completar o quadro de transformação da soberania popular retórica em poder supremo efetivo, tive também ocasião de propor duas medidas indispensáveis em matéria eleitoral. De um lado, o financiamento público das campanhas; de outro lado, a introdução do recall ou referendo revocatório de mandatos eletivos, proposta também pela OAB e objeto da emenda constitucional nº 073/2005 no Senado Federal. Assim, o povo assumiria plenamente a posição de mandante soberano: ele não apenas elegeria, mas também teria o direito de destituir diretamente os eleitos. Para os que se assustam com tal “excesso”, permito-me lembrar que o recall já existe e é largamente praticado em 19 Estados da federação norte-americana.

Não sei se tais medidas tornar-se-ão efetivas enquanto eu ainda estiver neste mundo. O que sei, porém, com a mais firme das convicções, é que sem elas o povo brasileiro continuará a viver “deitado eternamente em berço esplêndido”, sem condições de se pôr de pé, para exigir o respeito devido à sua dignidade.


(*) Professor Emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra.


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Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Jamilly Moraes em Sex Set 24, 2010 12:43 pm

Pois é, o que vemos hoje na nossa politica é só corrupção, palhaçadas, promessa que não foram cumpridas,reclamaçoes da população sobre o Presidente, e até politicos falando mau do outro no lugar de falar o seu e fazer a sua parte... é o que vejo no horario politico. Mais se queremos ficar longe de tudo isso, e ao mesmo tempo não querendo reivindicar nosso direitos,para não entrar em confronto com o mais forte, então como mudar esse situação?
Primeiramente, penso eu que os politicos deveriam pensar no futuro do País e olhar a situação que está hoje, seria um começo para que tivessemos um governante bom.
E tambem que as pessoas refletissem, procurassem saber o histórico de seu canditado, e não votar porque ele é bonito, ou é de sua cidade, ou é seu visinho, ou até porque está prometendo mudar o país inteiro, até porque promessas todos nóis sabemos que podemos fazer mais cumpri-las e dificil. Votar sabendo em quem vai votar ja seria um grande começo pra mudar essas situaçoes que veem acontecendo hoje.
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Divisão de classes

Mensagem  Aline Oliveira em Sex Set 24, 2010 8:10 pm

O homem tem a necessidade de conviver, porem tem tambem a necessidade de ser cada vez mais superior um do outro...
hoje em dia não vale se vc tem poder pra mudar e fazer o melhor para todos, o homem se limita a fazer o seu, o que é melhor pra si e então se para ele ou o que for do interesse dele estiver tudo bem, ele está despreocupado. O homem está cada vez mais individual e essa diferença de classes está cada vez maior onde cada vez mais os ricos enriquecem e os pobres empobrecem.. é triste o ponto que o ser humano chega a sua individualidade e egoismo.. porem quando precisa de ajuda o primeiro que ele busca é o próximo!
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Consciência e participação política: Platão tinha razão?

Mensagem  Raphaella Salles em Sab Set 25, 2010 5:18 pm

Platão fez uma crítica ao falar isso, pois o ser humano tem uma mania horrível de colocar toda a culpa em outras pessoas, neste caso, nos políticos. Nem tudo é culpa dos políticos, não estou querendo defender ninguém, mas se as pessoas falassem menos e fizessem mais, o país e o mundo estariam muito melhor. Sim, os políticos e as grandes empresas têm uma parcela de culpa nos problemas da sociedade, pois dependemos deles para resolverem problemas nas ruas, nas estradas, na educação, na saúde, nos transportes públicos, o absurdo que pagamos em impostos, que na maior parte das vezes é usado para pagar as despesas e a dar uma “vida boa” a eles, e etc. O trabalho deles é facilitar as nossas vidas e não resolver os nossos problemas e se eles não cumprem o dever deles, não adianta ficarmos sentados esperando que aconteça um milagre, precisamos agir até conseguirmos o que temos direito.
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Re: Consciência e participação política: Platão tinha razão? ENCERRADO!

Mensagem  mooh_dias em Ter Set 28, 2010 4:10 pm

Concordo com a Aline, ouvimos diariamente que o país não vai pra frente, que só tem corrupção.. Apesar de hoje em dia maioria dos candidatos serem corruptos somos nós que não fazemos o país crescer, botando no poder pessoas desinteressadas pelo progresso do país, votando em branco, nulo, ou fazendo "uni duni tê" com os números dos candidatos e dizendo "aa vai esse mesmo" sem mesmo saber quem é o candidato, sem saber suas propostas e seu historico ...Na minha opinião, para um candidato poder se eleger, ele deveria ter certos requisitos e passar desde o cargo mais baixo até o mais alto, não qualquer "otário" que não sabe nem ler, nem escrever e muito menos falar corretamente sua língua para representa o país.. Tenho certeza que se existisse essas normas para eleger um candidato não seria essa baderna que é hoje, com qualquer um podendo se candidatar e ainda conseguindo muitos votos, "e se vc ainda tenta entrar pra mudar, você não consegue, ou você entra e se une a eles, ou eles se unem e tiram você...já que você tem outros objetivos, diferente dos interesses deles.
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Mensagem  Thiago Ludvichak e Elias em Sex Fev 24, 2017 4:42 pm

DEIXANDO ESSA MENSAGEM DO FUTURO,

JÁ ESTAMOS EM 2017!!!

FELICIDADE PARA TODOS!!! *)
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Re: Consciência e participação política: Platão tinha razão? ENCERRADO!

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